Pulava corda com aquela musiquinha: "Um homem bateu na minha porta e eu abri senhoras e senhores, ponham a mão no chão......"?
Brincava de "Uni duni tê, salamê mingüê, o sorvete colorê, o escolhido foi você" (Que diabo era aquilo?)
Tinha boneco do He-Man? O navio do Playmobil!?
Não tinha problema gostar da Xuxa (e você gostava!) e cantava a versão da música ("Uni uni duni tê, ô ô ô ô ô, salamê, mingüê, ô ô ô ô, sorve te colorê, sonho encantado onde está você?")
...e a música do Didi ("Amigo de peito")
...cantava a música do comercial do Guaraná Antarctica:
"Pipoca na panela, começa a arrebentar, pipoca com sal, que sede que dá..."
E aquele Pirulito que bate-bate (que tinha aquela helicinha pra você girar e fazer com que ele voasse?)
Fazia a brincadeira do copo e depois ficava morrendo de medo?
Amarrava bandana na cabeça pra fingir que era o Rambo?
Queria ter os óculos-canudo do Chaves? (hahahhaha)
Se você respondeu afirmativamente à maioria dos itens acima ou teve um ataque de risos durante este texto você é um privilegiado, pois a felicidade é o resultado de vários fatores na nossa vida e um deles pode ser medido pela forma como encaramos nossas lembranças.
Fala sério...e no futuro, do que as crianças vão lembrar? Do tchan da Carla Perez, da Feiticeira e da Tiazinha? Bate-papos virtuais, internet e games online? Do Pokémon? Um tapinha não dói e dança da motinha?? Acho que a nossa foi a última infância feliz....!
O Negócio é Não Parar... (de relembrar)